ESCOLA DE MÚSICA PROJETO SHEKINAH AV. JOÃO CÂNDIDO LOPES NETO, 124 CID. MORUMBI, SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP 12-8876-5996 OI 12-8127-7847TIM E.MAIL.:escolademusicaprojetoshekinah@gmail.com
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
BLUES!
Vamos tocar blues!!!
Primeiramente vale lembrar que o blues possui
várias formas diferentes, a mais conhecida é a aquela tradicional de 12
compassos.
O blues convencional é formado praticamente por 3
acordes dominantes, ou seja, acordes maiores com 7. Analisando o acorde
dominante vemos na sua formação a (T) tônica, (3ªM) terça maior, (5ªJ) quinta
justa e (7m) sétima menor, mas a “essência” desse acorde é a 3ª e
a 7ª, a tônica e 5ª podem ser descartadas, a
não ser que você faça questão delas, mas temos outras notinhas que podemos
colocar no lugar delas e que fará com que sua harmonia soe bem mais
interessante, uma substituição válida é a troca da tônica pela 9ª (nona = 2ª
maior uma oitava acima) e a 5ª pela 13ª (décima terceira - 6ª maior uma oitava
acima, se você não entendeu nada então ta na hora de estudar intervalos)
colocá-las ou não fica a seu critério.
Outra variação muito interessante é a inversão, que
é a mudança da nota mais grave do acorde, por exemplo, o acorde de C7 tem na
sua formação Do (tônica), Mi (3ª), Sol (5ª) e Sib (7ª), a nota mais grave do
acorde é o próprio Do, se eu coloco o Mi como nota mais grave posso dizer que
esse acorde de C7 está invertido, na cifragem ficaria assim C7/E, pode-se fazer
isso também com a 5ª (C7/G) e com a 7ª (C7/Bb) esse é um assunto bem legal mas
nessa aula não vou me aprofundar muito nisso. Veja os acordes abaixo e “manda
vê...”
Obs: As notas em vermelho são as tônicas, ai é só
arrastar para a casa da nota que deverá ser tocada.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
ESCALAS PARA GUITARRA
AULAS DE VIOLÃO, GUITARRA E CONTRABAIXO
O MELHOR PREÇO DA REGIÃO, AULAS PERSONALIZADAS PARA CADA TIPO DE ALUNOS.
EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP
NO BAIRRO CID. MORUMBI
(12)8876-5996
(12)8127-7847
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
VIOLÃO GUITARRA E CONTRABAIXO
AULAS
DE VIOLÃO, GUITARRA E CONTRABAIXO
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JOSÉ DOS CAMPOS – SP
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domingo, 29 de abril de 2012
EXERCÍCIOS VOCAIS
Apoio Diafragmático - Exercícios Vocais
Por Luciana Fratelli
Por Luciana Fratelli
Na semana passada, expliquei um pouco como funciona o Apoio Diafragmático. Preparei então um exercício vocal específico para este fim.
Este tipo de exercício é muito interessante, pois tem várias aplicações. Quando trabalhamos a voz com exercícios semelhantes a este, trabalhamos muito a musculatura abdominal e, conseqüentemente, o apoio. Aperfeiçoamos também a afinação, pois não há como transportar a voz de uma nota à outra devido ao curto tempo de emissão. Enfim, exercitamos a nossa articulação, pois se faz necessário concentrar-se muito na abertura da boca e na posição da língua e do palato, pois o sucesso do exercício depende muito do bom funcionamento da articulação.
Como exercitar:
· Poste-se à frente de um espelho (de preferência de corpo inteiro, senão um que dê para ver o rosto até a região abdominal)
· Abra bem a boca e simule um bocejo. Perceba a sensação do palato mole sendo esticado (depois do céu da boca, aquela região "mole", onde geralmente sentimos a irritação nos casos de inflamação da garganta). Vá procurando esticar o palato sem o bocejo, você está explorando e conhecendo seu aparelho vocal.
· Mantenha a língua abaixada
· Quando estiver com o palato alto (bem esticado, como no bocejo) e língua abaixada, a ponta encostada nos dentes inferiores) emita um sonoro "AAAAAAA".
· Observe que o palato (a campainha) move-se um pouco, mas o que não pode acontecer é um movimento no seu pescoço. Repita o exercício e veja se não houve uma movimentação no pescoço (não pode ser nem de leve).
· Se houve um movimento, ainda que pequeno no pescoço, pode ser que você esteja dando um "golpe de glote". Você segura a voz na garganta e solta ela, com um golpe, abrindo de uma vez a passagem de ar. Isto não pode acontecer. A forma correta de fazer este exercício exige que você não faça nenhum movimento nas regiões abaixo do palato, a não ser o diafragma. É ele quem vai controlar a saída de ar. Abra bem e tente primeiramente com "Há, há (som de R)". Note que pra fazer o "Há" você não fecha totalmente o som na garganta. A passagem fica aberta. Vá fazendo e tirando o som de "R" até conseguir emitir o "AAA" sem golpe de glote.
· Vá fazendo o "A" aos "soquinhos" - "A - A - A - A - A - A" Cuidando pra não fechar a voz na garganta, observe bem o movimento no pescoço. Quando conseguir fazer várias vezes o "A" cortando o som rapidamente e sem golpe de glote, você está pronto pro exercício.
Definições sobre a notação musical.
Existem duas peculiaridades na partitura a seguir, dois sinais que definem a forma de emissão do som, que são o "staccato" e o "legato".
O staccato é representado por um ponto sob a cabeça da nota (ou sobre, se estiver invertida) e significa que o som desta nota será executado de forma destacada(rápida e curta) e para emiti-lo no canto, precisamos do apoio diafragmáticocontrolando a emissão de ar.
O legato é representado por um arco ligando as notas, e as que estiverem contidas no raio deste arco deverão ser emitidas sem interrupção do som, de forma ligada.
Observe bem estes detalhes ao fazer o exercício, pois a visualização ajuda muito na hora de executar. É um auxiliar poderoso que nos ajuda a não cometer erros e não sermos pegos de surpresa. Procure então, mesmo que não esteja acostumado à leitura, seguir a partitura.
Obs:
1) Lembre-se de utilizar o áudio como referência de afinação.
2) Faça o exercício dentro de sua extensão de conforto.
ESCALAS DE GUITARRA - MENOR MELÓDICA
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica
Publicado em 25 novembro 2011. Tags: construção de solos de guitarra, escala menor melódica,menor melódica, solos de guitarra
Olá, sobre a matéria de Construção de Solos de Guitarra, hoje falaremos sobre a Escala Menor Melódica. Disponibilizaremos portanto, vários exemplos e tablaturas dessa escala tão importante para criação de solos.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica
A alteração ascendente feita na sétima nota da escala menor harmônica é imprescindível para que se obtenha a nota sensível, que estabiliza melhor a fundamental da tonalidade menor. Porém, com a elevação da sétima, um intervalo de segunda aumentada é produzido entre a 6m e a 7M da escala menor harmônica. Esse intervalo era sistematicamente evitado, principalmente na música vocal, na qual esse tipo de dissonância melódica dificulta a correta entoação. Por isso, em passagens melódicas ascendentes entre a sexta e sétima nota de uma tonalidade menor, passou a ser comum uma alteração não apenas da sétima, mas também da sexta, a fim de evitar o intervalo aumentado e ainda assim manter a sensível.
Essa estrutura é conhecida como escala menor melódica, que altera ascendentemente a sexta e a sétima nota da escala menor e tem como característica ser a única escala que sobe com uma seqüência intervalar e desce com outra, já que as alterações na sexta e sétima nota não são utilizadas na descida da escala.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica – Exemplo 1
Veja no exemplo 1 como a escala de Cmenor melódica sobe com as notas C, D, Eb, F, G, A4 , B11 e C e desce sem as alterações na sexta e na sétima, resultando na seqüência C, Bb, Ab, G, F, Eb, D e C. Repare como as alterações na ascendente são ocorrentes e não estão na armadura de clave. Os intervalos utilizados pela menor melódica na ascendente são F-2M-3m-4J-5J-6M-7M, enquanto na descendente os intervalos são os mesmos da escala menor relativa: 8J-7m-6m-5J-4J-3m-2M.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica – Exemplo 2
A escala menor melódica, assim como foi feito anteriormente com as demais escalas, pode ser transposta com auxílio do círculo de quintas. O Ex. 2 traz a escala menor melódica seguindo o círculo de quintas ascendentes.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica – Exemplo 3
O exemplo 3 mostra a escala seguindo o círculo de quintas descendente. Repare que a forma ascendente da escala é sempre diferente da descendente.
No estudo da improvisação, é comum a utilização de uma escala semelhante à menor melódica, mas com a sexta e sétima alteradas também na descida. Essa escala é academicamente chamada de menor bachiana, porém, é comum ser tratada como menor melódica por diversos professores e métodos. Isso pode causar alguma confusão terminológica e, portanto, é importante ter em mente que você pode encontrar em materiais didáticos duas escalas com D nome de menor melódica: uma é a menor melódica tradicional, que tem a subida diferente da descida; a outra é a escala menor bachiana, freqüentemente chamada de menor melódica.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica – Exemplo 4
Observe no Ex. 4 as notas da escala ascendente de Cmenor melódica (que são as mesmas da menor bachiana) espalhadas pelo braço.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica – Exemplo 5
No Ex. 5, como fizemos com as demais escalas, dividimos suas notas em sete padrões de digitação, cada um partindo de uma das notas da escala de C menor melódica na sexta corda. Utilize os padrões da escala menor natural na descendente se quiser o efeito da menor melódica tradicional.
Construção de Solos de Guitarra: Escala Menor Melódica – Exemplo 6
O exemplo 6 contém os acordes montados com as notas da escala ascendente de C menor melódica. Repare que a sexta e a sétima notas elevadas produzem alterações no campo harmônico gerado por ela. Da mesma forma que foi visto nos campos harmônicos anteriores, as tipologias dos acordes produzidos pela menor melódica se repetem em qualquer tonalidade e podem ser transpostos com auxílio do círculo das quintas.
Portanto, para finalizar esta matéria sobre construção de solos de guitarra, em qualquer tonalidade produzida por uma escala menor melódica, obtemos um acorde menor com sétima maior no grau I, um acorde menor com sétima menor no grau II, um acorde au¬mentado com sétima maior no grau III, dois acordes maiores com sétima menor nos graus IV e V e dois acordes meio-di¬minutos nos graus VI e VII. Em vez de um acorde meio-diminuto, pode ser gerado um acorde maior com quinta diminuta sobre o grau VII, se levarmos em consideração a enarmonização de suas notas.
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